O Santo e intocável “Rolezinho” .

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Desde de que começou, o passeio coletivo de jovens apelidado pelos próprios de rolezinho, dividiu opiniões. Os preocupados pela segurança e os defensores de minorias, chamados de guerreiros da justiça social do Social Justice Warriors ou simplesmente SJW. O SJW se preocuparam apenas pelo motivo dos grupos serem formados em grande parte por moradores da periferia, que segundo a ideologia são vitimas sociais e oprimidos pela sociedade Burguesa.
Este é o texto padrão: excluídos sociais querendo participar do mercado e do consumo. Não varia muito disso, é só acrescentar discursos inflamados repetindo as palavras justiça e oprimido, abusando das falácias de apelo emocional e espantalho.

Mas por hora vamos tirar as lentes sociais e ver a situação de forma clara. Não tem nada errado em reunir os amigos para dar uma volta, ao contrário é uma atitude saudável. O problema está em ter controle sobre os participantes. Alguns desses passeios contam com mais de cem pessoas, para quem estava fora do Brasil nos últimos trinta anos sabe o medo que o brasileiro tem de uma turba vindo em sua direção. Caso não tenha ficado claro procure noticias sobre arrastões e de torcidas organizadas saindo de estádio. Fato temos medo de grupos, o motivo é só ver o jornal no fim de semana hoje 82% dos paulistas são contra os eventos. O temor não veio em vão diversos desses encontros terminam em vandalismo e furtos.
Aqui alguns Exemplos (Clique nos trechos para abrir a notícia):
(…)Mais três pessoas afirmaram ter sido roubadas durante o rolezinho que acabou em tumulto na tarde de ontem no Shopping Metrô Itaquera e no terminal de ônibus ao lado. Para dispersar os cerca de 500 adolescentes do local, a Polícia Militar usou gás lacrimogêneo e balas de borracha. Somados aos dois outros episódios relatados para a reportagem logo após a ação e a uma loja arrombada, o número de casos de furtos chega a seis.(…)

(…)Mais de 100 pessoas participaram de um ‘rolezinho’ no Centro de Bauru, na noite desta sexta-feira (14), onde após percorrerem ruas e avenidas da região, se concentraram na Praça Rui Barbosa. No fim do ato, alguns partiram para atos de vandalismo e outros crimes, como furtos. Dois foram presos em flagrante.(…)

(…)Dois rolezinhos realizados no último fim de semana em parques de São Paulo terminaram em brigas, furtos e vandalismo.(…)

A Lista é grande e o contraponto para defesa dos eventos são sites ou fanpages SJW e só. Nenhuma delas abordam os crimes apenas tentam mudar o foco para o conflito de classes, aquele bom e velho espantalho.

O Rolezinho do Sexo e do Poliamor.

Desde o ano passado, uma nova modalidade do evento focado no sexo tem tomado força culminando no evento do ultimo fim de semana (17/01/16) onde duas meninas foram estupradas.
Consumo de drogas e bebidas alcoólicas entre os menores, sexo em local publico, roubos, furtos muitos faltam na aula para comparecer ao evento como mostra o vídeo abaixo:

A pagina do Evento conta com mais de dez mil membros, é na pagina onde é definida a data e local, além das “regras” do evento, que incentivam o uso de drogas como Lança-perfume e maconha. Apesar disso a segurança do Estado apenas observa e não pode fazer nada, a única participação do Estado é distribuir preservativo aos menores através de agentes de saúde.

Neste ultimo domingo 17, doze mil jovens foram ao encontro que resultou no estupro de duas meninas uma delas com apenas dezesseis anos:
(…)Sobre os autores do estupro, ela disse que as jovens contaram que conheceram os rapazes durante a festa e que não tinham muitas informações sobre eles.(…)
Além dos estupros, ocorreu  vandalismo, furtos e roubos.
Além desse ocorre semanalmente o rolezinho do Beijo na área do Bananal, uma área afastada do parque. Neste evento os jovens ficam no escuro a procura de parceiros consumo de drogas e alcool, como relatam algumas entrevistadas para o site TV UOL. Veja a matéria Aqui.

Apesar de tentarem arrastar a janela de Overton para uma crise social, a motivação dos rolezinhos é a mesma de sempre, jovens querendo se divertir e desafiar a geração anterior. A diferença está na responsabilidade. Os jovens sabem que não serão punidos e estão protegidos pela legislação e pela guarda SJW caso cometam qualquer transgressão.
Essa diferença que permite que o “poste mije no cachorro” onde nos tornamos reféns das regras do politicamente correto, sendo vitimas de situações como as famílias que estão no parque serem obrigadas a deixar o lugar para que os jovens possam usar drogas e fazer orgias em plena luz do dia, e ainda ver que o estado ao invés de coibir, vai lá incentivar distribuindo preservativos. Precisamos parar a Janela e arrasta-la de volta para onde ela pertence. Cada ação tem uma reação, delegar o resultado das ações para outras pessoas, para que elas paguem o preço é no minimo ridículo.