E as feministas?

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A última do complô das peludonas é a seguinte; Lula se dirigiu às mulheres petistas chamando-as de “mulheres do grelo duro”. E qual foi o manifesto de revolta que aconteceu por parte das feministas? Nenhum! Nenhuma feminista se posicionou de maneira agressiva — como é de praxe — contra o ex-presidente. Fica aquela boa e velha pergunta, e se fosse o Bolsonaro? A pobreza de senso desse coletivismo corresponde ao seu viés ideológico. Quando um homem da esquerda caracteriza os seus órgãos sexuais como grelo, ele automaticamente vira a personificação do cavalheirismo. O Lula se deu bem, o homem já ostenta a barba, com um coque no cabelo e um baseado na boca, já dá pra comer metade das garotas que estudam na USP.

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A idiotice feminista, ofende os princípios mais básicos da filosofia, o empirismo e sua busca de um ideal através dos sentidos. Há anos uma massa de mimadas trabalham em peso para destruir o conceito da Beleza. Para elas, a padronização do belo, é uma imposição patriarcal, capitalista e social. Tudo que vemos, é uma mentira, é apenas uma construção cultural. Não há bonito, não há feio. Há apenas objetos com formas sem sentidos que não buscam expressar nenhum conceito de arte e nem atingir emoções através de olhares sensíveis ao eruditismo.

85900_ext_arquivoA arte sempre teve como objetivo, a busca da perfeição. A perfeição no sentido mais pleno da filosofia, sempre foi Deus. A história da arte nos mostra isso, a busca do homem à divindade. A pintura, a escultura e toda as expressões artísticas, tentavam alavancar a alma do artista a um sentido ideal de mundo. O belo é absolutamente uma virtude meritocrática do esforço. O homem para com ele, num espelho da vida, olhando-se diante de um lago infinito e querendo tocar a água mais pura e transparente possível. Isto é arte, o homem querendo observar a perfeição através dele mesmo.

O engrandecimento do ser humano, não alegra a esquerda, no caso, o feminismo — um de seus coletivismos que, servem como massa de manobra. A esquerda quer a putrificação humana, quer o ser como um sentido podre e enfermo de sua existência. A esquerda quer a humanidade clemente de ajuda. Querem os nossos olhares para frente e, assim, enxergamos diante de nós um salvador da pátria, um ideal que teoriza a igualdade e toda uma escritura que seja validada por alguém que esteja disposto a transformar a civilização num molde utópico, onde tudo é belo, onde nenhum esforço é válido, onde a beleza não tem significado e onde o artista é qualquer um. Afinal, nesta sociedade igualitária, todos são igualmente artistas. Todos são igualmente belos. O feminismo, é sim, a maior ameaça contra a conjectura da beleza, é uma afronta a filosofia antiga. Uma afronta ao sentido de verdade. São sim, mulheres que andam ao lado da mentira, fantasiando-a de subjetividade e querendo convencer a todos que isso é o que pode salvar qualquer machismo ou opressão que parta da maldade humana.

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O machismo também é visto em qualquer parte. Os “bom dias” de pedreiros feios viraram estupros. O assobios se materializaram em pênis. As gentilezas, como o puxar das cadeiras nos restaurantes, viraram sinônimos de dependência ou fragilidade. Tudo, absolutamente tudo é sexismo.

A incoerência de suas causas são escancaradas a partir de observações mundiais. No Brasil, a desigualdade salarial, é visto como base de luta para o feminismo. Porém, isso não é devido ao capitalismo ou o machismo empresarial. E sim, as escolhas que partem das naturezas dos sexos. Homens, em qualquer parte do mundo, escolhem áreas das quais os salários são mais veementes, já as mulheres, são inferiorizadas por suas escolhas em setores dos quais os salários são menores. Mas isso ocorre em qualquer lugar do mundo, inclusive na Islândia (país com a melhor igualdade de gênero). Nestes países, há o mesmo arcabouço de dados; homens costumam escolher áreas mais bem pagas, como engenharia, e mulheres escolhem áreas das quais as demandas são menores, como psicologia.

A defesa do Comunismo por parte das imbecis fica cada vez mais claro. O sentido igualitário que é teorizado pelo Marxismo, revoga nas mulheres um preenchimento de luta do qual será apenas realizado se a igualdade realmente existir. Por mais que elas ignorem as naturezas humanas, no sentido mais pragmático e rápido do todo, uma sociedade igualitária — prezada no comunismo, por exemplo — já adianta o serviço das feministas em 100%. Até que vendo por esse lado, o Comunismo não é tão ruim. Será que com ele implantado no país a gente deixa de ver sovacos cabeludos por aí? Bem, se a resposta ainda é não… Que prevaleça o capitalismo!

Outro problema no Feminismo é a contradição — que é um meio necessário numa ideologia tão enferrujada quanto essa. Por exemplo, ao mesmo tempo que defendem a liberdade da mulher para usarem as roupas que quiserem, criminalizam as mulheres que se vestem sensualmente em comerciais de cerveja, acusando a publicidade de objetificação. Na mesma defesa liberal do corpo feminino, há uma massa que crucifica a pornografia e a prostituição. Percebam que no meio de suas causas e batalhas, elas tropeçam nos seus próprios pensamentos, divergindo entre elas, criando vertentes na ideologia e deixando cada vez mais bagunçada uma teoria imbecil de libertação. Quanto mais pensam, mais burras ficam pela ordem necessária dos fatos.

85900_ext_arquivoO feminismo já ultrapassou seus limites há um bom tempo. O que era para ser uma luta contra a violência masculina, virou uma tentativa de hegemonia humana, fragilizando o homem e controlando-os das maneiras mais autoritárias possíveis. Os esquerdo-machos sabem bem do que eu estou falando. Feminismo é, e sempre vai ser sinônimo de misandria. Não há mais luta, há apenas ódio ao homem. Cartazes pedindo decapitações penianas, já não são mais raros por aí.

O feminismo é uma arma contra o conservadorismo. Balbuciam aos montes contra a família patriarcal. São inaptas à monogamia. Namoro ganhou sentido de opressão masculina, onde o homem tem a mulher como seu objeto. Como as dondocas resolveram isto? Liberando o grelo duro pra geral. Assim se livram das opressões monogâmicas e automaticamente adquirem o respeito da sociedade que elas tanto prezam, não é mesmo? Bem, acho que não. A imoralidade ganha o mesmo teor específico quando eu trato da “beleza”. Os sentidos de “moral” também se perderam nas suas tentativas de estagnar o ser humano na sua busca de perfeição. Mais uma vez, querem o ser humano imoral, incapaz de ver em si um sentido preenchido de exatidão.

O feminismo, também, é totalmente irrelevante na história da humanidade. Não pensem que as mulheres conseguem suas aptidões sociais por causa dos seios que elas mostram na Av. Paulista em dias de protestos, nas famosas Marcha das Vadias. A igualdade dos gêneros já era discutida há mais de 300 anos a.C com Pitágoras, Platão e outros. O próprio voto feminino no Brasil, partiu de César Zama, um homem liberal, burguês e de direita que lutou pela sua mulher (Celina Guimarães Viana) contra o sufrágio feminino brasileiro.

Segue um trecho das próprias palavras de Celina.

Eu não fiz nada! Tudo foi obra de meu marido, que empolgou-se na campanha de participação da mulher na política brasileira e, para ser coerente, começou com a dele, levando meu nome de roldão. Jamais pude pensar que, assinando aquela inscrição eleitoral, o meu nome entraria para a história. E aí estão os livros e os jornais exaltando a minha atitude. O livro de João Batista Cascudo Rodrigues — A Mulher Brasileira – Direitos Políticos e Civis — colocou-me nas alturas. Até o cartório de Mossoró, onde me alistei, botou uma placa rememorando o acontecimento. Sou grata a tudo isso que devo exclusivamente ao meu saudoso marido“.

Celina Guimarães em 1928. 

Fonte, clicando aqui.

O feminismo não tem honra. Tirou a posição da mulher no sentido da beldade, masculinizando-as para colocá-las em enfrentaria contra os homens. Que a mulher seja sim independente. Mas que não dependa de coletivos. Que tenham dignidade para enfrentar os desrespeitos. Que tenham forças para criarem os filhos, mesmo sem a ausência da figura paterna. Que as filhinhas de papais que gritam por rebeliões do alto dos seus prédios em Higienópolis, sejam como suas avós. Como a minha vó. Que levem nos peitos e nas costas as calejadas da vida. Que tenham nas almas o cansaço da pobreza e, na mão, o carinho do marido. Que tenham em suas bocas sorrisos de orgulho pela felicidade de um filho. Que tenham nas lágrimas, a saudade do esposo. Que tenham em suma consciência, a bondade e suas conquistas perante as mazelas da humanidade. Que tenham em solidões mentais, o sentido mais belo para continuar vivendo, o amor à família. Esse tipo de mulher, nunca precisou e, nunca vai precisar dessa imbecilidade juvenil chamada Feminismo. Jamais!