A doutrinação de esquerda nas Faculdades Brasileiras

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O controle de massa sendo incutido aos poucos nas mentes em formação.

2015 foi um ano interessante sob diversas ópticas em minha vida. Uma delas foi a experiência de dar aula de Psicologia Médica a alunos de segundo ano da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. E foi aí que vi o quanto a esquerda doutrina os alunos, mesmo nos mais diferentes ambientes universitários

A Psicologia Médica tem a obrigação de focar no relacionamento médico-paciente, bem como tentar inserir o aluno no contexto das diversas nuances que vão encontrar ao longo de sua vida profissional, desde o paciente pediátrico até o paciente idoso. Da mesma forma, é nossa obrigação mostrar as limitações do ponto de vista médico e as difíceis decisões que temos de tomar ao interromper uma gestação ou ao prolongar em demasia uma vida, aumentando assim o sofrimento do doente.

Inevitavelmente, esses assuntos cercam temas como eutanásia (e, consequentemente, pena de morte) e aborto.

Em uma das aulas, esses temas afloraram. E, a fim de estimular o debate, disse que já fui a favor do aborto e que hoje sou contra. Da mesma forma, me posicionei a favor da pena de morte, porém não impondo minha posição em nenhum momento.

E foi aí que a esquerda apareceu.

De maneira surpreendente, fui massacrado por alunos e alunas que, num momento posterior, fui saber que se tratavam ou de atuantes do feminismo (em minúsculas mesmo) ou de pessoas militantes (ou quase) de esquerda.

Interessante que o massacre se deu apenas por eu expor minhas opiniões. Uma aluna inclusive disse que eu, na posição de professor, não poderia fazer isso. Ora, tenho certeza de que se eu falasse contra a pena de morte e a favor do aborto e de todo o discurso esquerdista doutrinante a que eles estão acostumados, pouco importaria se é minha opinião ou não. Mas como citei o nome Jair Bolsonaro, nas palavras do próprio, “a esquerda é torturada pela verdade”.

Isso só mostra que temos de manter nossos olhos abertos. Alunos assim estão espalhados por todo o Brasil e acham o “Mais Médicos” algo lindo, esquecendo-se de que esses cubanos muitas vezes nem médicos são.

São pessoas que pregam a divisão de bens, desde que seja o bem dos outros. São as mesmas pessoas que estudam em Faculdade particular e que andam de Audi, mas que dizem se compadecer da pobreza alheia, desde que não mexam em seu iPhone.

Pessoas que, do alto de seu apartamento alugado pelo pai, pregam a luta entre classes, o (ridículo) feminismo doentio e o fanatismo “revolucionário”, sem muitas vezes saber que o Socialismo não deu certo em lugar algum.

Eu, por defender a direita e por não falar o que esses “i. úteis” queriam ouvir, fui escrachado, embora eles defendam a liberdade de expressão (desde que seja a expressão das ideias deles).

Digo mais, fazia isso de graça. Não ganhei um tostão para dar aulas a esses ingratos. Fiz pelo coleguismo, pela oportunidade de ajudá-los a crescer profissionalmente. Ao contrário, perdi dinheiro ao escolher esse rumo.

Foi um grande erro. Pessoas em geral só ouvem aquilo que querem ouvir. Felizmente, consegui salvar uma ou outra alma do abismo da esquerda.

Será que o Brasil ainda tem salvação?