Os 10 principais erros da política externa brasileira na era lulopetista

Os 10 principais erros da política externa brasileira na era lulopetista

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Com a mudança no Executivo brasileiro não só assume um novo governo como também todo um novo estilo de governança e de mudança do modus operandi do Ministério das Relações Exteriores (que é representado pelo nome do seu palácio – Itamaraty) sob a chancelaria do ministro José Serra (PSDB-SP). Sai de cena os acordos por meras afinidades ideológicas esquerdofrênicas e entra em pauta acordos bilaterais e multilaterais que possam trazer real ganho ao país. Notamos tal mudança já no discurso de posse do ministro Serra, nas notas oficiais do Itamaraty e nos planos para o futuro.

Vamos recordar agora os 10 principais erros da tacanha política externa brasileira durante a Era Negra lulopetista.

Expropriação de duas refinarias da Petrobrás pela Bolívia.

Lá se fazem exatos 10 anos que a Bolívia no início do governo do cocaleiro Evo Morales nacionalizou (expropriou) as duas refinarias da Petrobrás em território boliviano após um investimento, desde 1996, US$ 1,5 bilhão na Bolívia, além de US$ 2 bilhões, em gasodutos e estações de armazenagem, para trazer o gás ao Brasil. E o que que o Itamaraty aconselhou o então presidente Lula a fazer? Nada! Faltou falar “aceita que dói menos”! E a política oficial do Brasil diante do roubo escancarado de bens de uma das maiores empresas brasileiras foi dizer que a Bolívia estava exercendo o seu pleno direito a possuir as suas reservas naturais de gás.

E o interesse (e o dinheiro) do povo brasileiro que se exploda! A ação de tomada de nossas refinarias tomou ares teatrais quando Evo Morales mandou o seu exército invadir as instalações para “garantir a soberania nacional boliviana” sobre as refinarias brasileiras. Se tivéssemos um presidente com um mínimo de respeito a coisa pública isso seria considerado em qualquer lugar do mundo civilizado um ato de guerra e o nosso Commander in Chief deveria imediatamente chamar o embaixador brasileiro na Bolívia de volta e convocar o Ministro da Defesa e os generais maiores das Forças Armadas para uma reunião de emergência e se possível posicionar o quanto antes tropas brasileiras na fronteira com a Bolívia para daí negociar os termos em que o país de Evo Morales pretenderia “comprar” nossas refinarias e não simplesmente “tomá-las na mão grande”. Mas infelizmente não tínhamos um homem de fibra sentado na cadeira da presidência naquela época…

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À esquerda vemos o ex-presidente Lula e o presidente Morales em trajes típicos de indígenas bolivianos e à direita vemos soldados bolivianos garantindo a expropriação das refinarias da Petrobrás em solo boliviano

Asilo e fuga do senador boliviano Roger Pinto Molina que estava abrigado na Embaixada Brasileira em La Paz na Bolívia.

Breve resumo: Roger Pinto Molina era um senador em exercício do seu mandato que denunciava a promiscuidade de autoridades do governo de Evo Morales com narcotraficantes quando em 28 de maio de 2012 solicitou asilo na embaixada brasileira em La Paz; em junho desse mesmo ano saiu uma sentença condenando-o a um ano de prisão por “abandono do dever” e por “dano econômico ao Estado”. A novela se desenrolou com um asilado permanecendo UM ANO morando abrigado na embaixada até que, contra ordens dos seus superiores no Itamaraty, o diplomata brasileiro Eduardo Saboia decidiu empreender a viagem, com o senador boliviano, entre La Paz e a cidade de Corumbá (MS) – que durou 22 horas – em um carro da embaixada do Brasil, com apoio de fuzileiros navais e sem a anuência do governo da Bolívia. Então vamos listar os problemas: 01) asilo é uma situação temporária de curto prazo (1 ano já é extrapolação); 02) O Brasil, presidido por Lula na época, era praticamente um irmão da Bolívia (vide item anterior) e ficou no contrapé entre a concessão ou não de um asilo permanente e fazer um “desgosto” ao amigo cocaleiro; 03) independente de agir certo ou errado o diplomata brasileiro contrariou às ordens diretas do Itamaraty de não trazer o senador boliviano sem um salvo-conduto para a sua passagem até a fronteira entre os dois países. Então o somatório desses erros demonstra como o Itamaraty estava mais parecendo a Casa-da-Mãe-Joana!

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Ex-senador boliviano Roger Pinto Molina

Abrigo clandestino ao presidente deposto de Honduras Manuel Zelaya na Embaixada Brasileira em Tegucigalpa em Honduras.

Resumo: em 2009, o então presidente populista e amigão do Hugo Chavez, Manuel Zelaya, tentou emplacar uma mudança constitucional para permitir reeleições no país, começando pela sua própria claro e o ato foi visto como um golpe e ele fora derrubado pelo Exército hondurenho que deu posse a Roberto Micheletti, presidente do Congresso. Zelaya foi condenado ao exílio na Costa Rica e o presidente interino convocou novas eleições para o dia 29/11/09. Em 24/07 Zelaya tentou voltar, mas foi barrado na fronteira pelo Exército e no dia 21/09 como num “passe de mágica” aparece na capital Tegucigalpa  e busca refúgio na Embaixada do Brasil! Ao contrário do caso anterior este passou apenas QUATRO MESES abrigado em nossa embaixada, mas enquanto o boliviano Roger Molina queria deixar o país, o ex-presidente Manuel Zelaya queria adentrar (legalmente) o país e ser reconduzido ao cargo; e o pior utilizou a embaixada como palanque para o #VoltaZelaya, com apoio do ex-presidente Lula que não reconheceu as eleições presidenciais de 29/11 que empossaram  Porfírio “Pepe” Lobo e agravou ainda mais a situação em torno da embaixada brasileira que já estava sitiada; até que em 27/01/2010 uma negociação do presidente Pepe Lobo com o presidente da República Dominicana, junto com um salvo conduto, leva Zelaya em segurança para um novo exílio. Independente de apoiar ou não um golpe o papelão a que se prestou a embaixada brasileira, desta vez com a anuência não só do Itamaraty como também de Lula, é deveras vergonhosa!

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O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, cercado de partidários, em frente à Embaixada do Brasil, em Tegucigalpa, em sua saída. (Foto: AFP)

A “quase” expulsão do jornalista americano Larry Rohter pelo ditador ex-presidente Lula.

Para aqueles que não lembram o jornalista Larry Rohter era correspondente do prestigiadíssimo jornal americano The New York Times no Brasil e no dia 09 de maio de 2004 (2º ano de Lula na presidência) escreveu um artigo indagando se o abuso de bebidas alcoólicas estaria prejudicando as decisões do então presidente (leia a íntegra do artigo aqui ou em sua versão traduzida aqui). Num acesso de fúria Luiz Inácio Lula da Silva deu ordens expressas para expulsar o jornalista do país numa clara afronta a Liberdade de Expressão e de Imprensa típica de um tiranete de terceiro mundo! Como a repercussão mundial à reação presidencial foi a pior possível com críticas vindas de todos os lados, sendo tachado de intolerante e autoritário, por vários veículos de comunicação nacionais e internacionais, o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos (que era contra a expulsão, diga-se de passagem) costurou um acordo à surdina com os advogados do New York Times onde aparecia que Rohter não queria ter ofendido o excelentíssimo presidente da República do Brasil e que este fora mal interpretado durante a tradução do seu artigo e com isso estava “anulada” a expulsão do dito cujo. Por último após a nota de Thomaz Bastos do “pedido de descupas” o jornal americano publica em seu site que Rohter não pediu retratações coisíssima nenhaum! Mais um mico diplomático brasileiro… Em tempo temos uma crítica na época do ex-ministro da Justiça, e atual proponente do pedido de Impeachment de Dilma Roussef, Miguel Reale Júnior, que disse:

”Se, por um lado, a notícia foi maldosa, a reação foi burra. E muitas vezes a burrice é pior que a maldade” 

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Da esquerda para direita temos: o jornalista Larry Rohter; o então Ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos ao pé d’ouvido de Lula; depois o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, digamos, bem relax; e por último o jurista e ex-Ministro da Justiça Miguel Reale Jr

Aliança do Brasil com Muamar Kadafi, Mahmoud Ahmadinejad, Robert Mugabe etc…

Ok aqui entramos para o campo da diplomacia “do menino birrento que quer chamar a atenção de gente grande”; por menino birrento entenda-se, infelizmente nós, o Brasil, e gente grande os EUA e a União Européia. E como se consiste essa “birra”? Mostrando que o Brasil pode negociar livremente com ditaduras ao seu bel-prazer e isso fica bem explícito nesta frase do então presidente Lula,  em 2009 na cúpula das nações africanas:

“Não podemos ter preconceito com países não democráticos.”

Alguns dirão que isso é uma “visão estratégica” de Lula para ser uma espécie de “Líder dos Periféricos” ou baboseiras do tipo, a verdade é que rasgar elogios ao, agora finado, ditador líbio Kadafi, tratando-o como: “amigo e irmão” envergonha a todos nós brasileiros e nada trouxe de vantagens ao país. Aliou-se também ao presidente, na época, do Irã o belicoso Mahmoud Ahmadinejad, enquanto todos os países sérios davam sanções aos iranianos pelo seu programa nuclear o fanfarrão Lula o recebia de braços e abertos e defendia o direito do Irã de desenvolver tecnologia nuclear “pacífica”! Na África foram muitos os ditadores bajulados e que tiveram as bençãos de Lula e também de Dilma, com o perdão de suas dívidas externas com o Erário brasileiro, leia-se, Lula abriu mão de receber dinheiro que poderia ser usado para construir hospitais, escolas, creches e etc para ajudar ditadores a ficarem mais ricos! Isso mesmo! Não foi em prol de combater a fome, a AIDS ou outras mazelas que assolam o continente africano foi pra deixar os ditadores que exploram os seus cidadãos ainda mais ricos! Em troca de quê? De negociatas envolvendo o BNDES (que possuem sigilo de décadas) e construtoras brasileiras como a Odebrecht e a Camargo Corrêa encherem os bolsos de dinheiro e o contribuinte brasileiro sendo feito de otário novamente enquanto Lula posa de bom moço “ajudando” os africanos. E quanto as ditaduras sul-americanas de Cuba e Venezuela!? Estas, em especial, eu falarei em um tópico para cada mais abaixo…

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Ditadores com Lula da esquerda para a direita: Muamar Kadafi (Líbia); Mahmoud Ahmadinejad (Irã); Robert Mugabe (Zimbábue); Teodoro Obiang Nguema (Guiné Equatorial). Há ainda muitos outros ditadores que não “couberam na foto”. Nota-se o grande entusiasmo e a intimidade de Lula com a turma das mais perversas ditaduras da atualidade.

Brasil manda chamar embaixador brasileiro em Israel e é classificado como “Anão diplomático”

Bem nem só de lambanças lulescas vive a diplomacia petista, temos as patacoadas da Dilma também. E essa é uma clássica! Todos sabem que o conflito Israel x Palestina é um dos mais antigos da Era Moderna e que claro em uma guerra temos feridos em ambos os flancos, tanto da população civil como militar, não queremos justificar o erro de um com o erro de outro como comumente fazem os petistas radicais, mas é justamente isso que aconteceu em julho de 2014 quando Israel após uma série de ataques contra o seu território decidiu invadir a Faixa de Gaza, que já estava sob controle palestino, para tentar desmobilizar o grupo terrorista (o governo petista nunca conseguiu usar essa palavra) Hamas, que utilizava, e ainda utiliza, civis como escudos humanos, um crime de guerra, uma tática suja e deplorável, que aumenta enormemente a quantidade de civis mortos em um conflito. Bem, enfim, Dilma a là Lula-com-Rohter, tomou uma atitude radical nos meios diplomáticos que foi chamar o seu embaixador em Tel Aviv de volta para consultas; para quem não esta acostumado com a etiqueta diplomática tal ato, normalmente, é concebido apenas quando dois países estão em vias de romper relações diplomáticas e/ou entrar em um conflito armado, ou seja, para mostrar sua “indignação seletiva” Dilma usou de um artifício só usado em últimos casos! Mas ela se deu mal, pois pegou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Yigal Palmor, que tinha coisas mais sérias para tratar e não tinha papas-na-língua e soltou o verbo dizendo que a decisão brasileira:

 “era uma demonstração lamentável de como o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático”.

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O silêncio da diplomacia brasileira perante a escalada de terror contra a população venezuelana.

Por onde começar falando da Ditadura Bolivariana Venezuelana que já está em seu 2º ditador desde que o fundador do “Socialismo do Século XXI”, Hugo Chávez, faleceu e passou o trono pro seu ex-motorista Nicolás Maduro? Bem um país riquíssimo em petróleo que viu espertalhões usurparem suas riquezas e promoverem um verdadeiro aparato dos Três Poderes com membros do chavismo; repressão violenta à oposição com prisões políticas de opositores sem julgamentos justos, como o caso de Leopoldo López, líder da oposição; violência contra manifestantes já que existe uma lei baixada por decreto que permite a polícia chavista usar de armas de fogo contra manifestantes desarmados; silenciamento da imprensa livre com perseguições, intimidações de jornalistas e fechamento de veículos de imprensa nacionais e internacionais; estatização de quase todos os setores da economia levando a debandada geral de investimentos e a queda da produção interna de insumos básicos, o que gerou um estado de calamidade pública com mais de 80% da população sem acesso a alimentos e insumos da cesta básica; queda da produção e venda de petróleo pela falta de investimentos na estatal PDVSA o que levou a uma situação inédita que de exportador a Venezuela passou a ser importador de petróleo (ela exporta o bruto – de pouco valor – e importa o petróleo refinado – de maior valor agregado); milícias com a anuência do governo mantem a população, principalmente mais pobre, vivendo sob eterno medo; além da ingerência de agentes cubanos dentro da Venezuela, sob a chancela de Maduro, até dentro das FFAA venezuelanas para manter o atual status quo. E pra não me delongar mais só basta dizer que Lula aplaude isso, já chegando a dizer que:

“Há um excesso de democracia na Venezuela”

e Dilma segue a mesma toada repetindo o mantra de que não devemos nos meter em assuntos internos de outros países. Triste…

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O silêncio da diplomacia diante de presos políticos cubanos morrendo de fome em protesto em Cuba

Não vamos tocar aqui na promiscuidade entre o Estado brasileiro e o cubano na era lulopetista, mais ainda no mandato da futura-ex-presidente Dilma que tem verdadeira idolatria por Fidel Castro ao ponto de torrar o Erário brasileiro com obras milionárias na ilha cubana (tudo sob sigilo claro). Não. Lembremos que  o foco desse artigo são as relações diplomáticas e não houve episódio mais bizarro do que quando Lula, em 2010, foi fazer uma visita de Chefe de Estado a Raul Castro quando estava tendo greves de fomes de presos políticos pelo regime ditatorial castrista e no mesmo dia da chegada de Lula o dissidente Orlando Zapata faleceu devido a complicações de uma greve de fome, e Lula solta a infame declaração, comparando presos políticos com presos comuns:

“Eu penso que a greve de fome não pode ser utilizada como pretexto de direitos humanos para libertar pessoas. Imagina se todos os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade”

Tamanha bestialidade de pensamento apenas para não desagradar a Ditadura Castrista, apenas para manter a torta e perniciosa ideologia socialista/comunista que mantém o povo de Cuba cativo dentro de seu próprio país. A diplomacia da era negra lulopetista é realmente uma vergonha!

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À esquerda foto de Orlando Zapata Tamayo, opositor do governo de Fidel e Raúl Castro e prisioneiro político que morreu após realizar uma greve de fome de mais de 80 dias em protesto ao regime castrista, às condições desumanas na prisão e ao estado de outros presos políticos no presídio de Holguín. A direita, no mesmo dia de sua morte, o ditador Raúl Castro e o seu companheiro Lula na maior felicidade…

O “quase” rompimento de relações diplomáticas do Brasil com a Indonésia após essa fuzilar dois traficantes internacionais brasileiros.

Quer ver um bom exemplo da política diplomática da era lulopetista de dois pesos e duas medidas? No caso da morte por greve de fome dos dissidentes cubanos além do descalabro citado acima Lula ainda acrescentou:

“Temos que respeitar a determinação da Justiça e do governo cubano, de deter as pessoas em função da legislação de Cuba, como quero que respeitem ao Brasil.”

Pois bem, mas já a sua púpila Dilma Rousseff, em janeiro de 2015 se sentiu “consternada e indignada” quando o 1º brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira foi executado por um pelotão de fuzilamento por tráfico internacional de drogas na Indonésia, metendo-se claramente e explicitamente “nos assuntos internos de outros países”; apelou para o presidente indonésio Joko Widodo, para poupar a vida de Archer, mas não foi atendida. Widodo respondeu que não poderia reverter a sentença de morte imposta a Archer,

“pois todos os trâmites jurídicos foram seguidos conforme a lei indonésia e aos brasileiros foi garantido o devido processo legal”

segundo nota da Presidência. Realmente o PT e asseclas são campeões em defenderem bandidos e em fazer o Brasil passar vergonha. Depois dele foi executado o brasileiro, e também traficante internacional de drogas, Rodrigo Gularte, em abril e que segundo consta a sua apelação era esquizofrênico, mas isso não foi suficiente para livrá-lo da pena capital. Depois da 1ª morte Dilma fez todo aquele teatrinho de chamar o embaixador do Brasil em Jacarta de volta para dar explicações o que foi seguido pelo presidente indonésio que chamou o seu embaixador em Brasília e chamou também o embaixador do Brasil na Indonésia para uma conversa; em fevereiro, Dilma decidiu adiar o recebimento das credenciais do novo embaixador da Indonésia em Brasília para reavaliar a situação bilateral entre os dois países e o clima ficou “estranho” entre os dois países mostrando mais uma vez uma fraca e errônea atuação do Itamaraty na situação.

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Os dois brasileiros executados na Indonésia por tráfico internacional de drogas: a esquerda Marco Archer Cardoso Moreira, que escondeu cocaína nos tubos de sua asa delta; a direita Rodrigo Gularte, que escondeu cocaína em pranchas de surfe.

A irrelevância do Mercosul

E eis aqui o apogeu das grandes contribuições da era negra lulopetista nas relações internacionais! O grande fiasco que é o Mercosul que eu já discuti profundamente neste artigo aqui, no início do ano, e que vou só destacar um pequeno trecho deste mesmo artigo agora: O Mercosul tem como princípio a negociação em grupo com outros blocos ou com países à parte, ou seja, não é estimulado que seus membros façam acordos bilaterais que não envolvam o bloco. Por isso que os “grandes acordos” do bloco são: Israel e Índia (vigentes) e Palestina, Egito e SACU (África do Sul, Namíbia, Botsuana, Lesoto e Suazilândia) estes últimos em processo de ratificação. Isto “tudo” porque o bloco vai completar esse ano 25 anos!!! Isso mesmo vinte-e-cinco anos e só com esses acordos comerciais pífios! Para nossa sorte os ventos estão mudando e talvez consigamos fazer um Mercosul 2.0 mais modernos nos moldes da Aliança do Pacífico como eu também discuto em outro artigo mais a fundo. 6b1f05c03d41e09decf7f86d6aa67713Há outras inúmeras situações em que o viés ideológico esquerdista dos governos Lula e Dilma enviesaram e deturparam as condutas do Itamaraty fazendo com que ao invés dele servir aos interesses nacionais servisse aos interesses de um ParTido e de suas afinidades ideológicas. Esperamos que novos tempos venham para a nossa diplomacia e claro para o nosso amado país.