A nova Miss Helsinque e sua polêmica

A nova Miss Helsinque e sua polêmica

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O rebuliço virtual foi enorme! O motivo foi a escolha da nigeriana como representante da beleza nórdica e ainda sua estética pouco convencional para um concurso desta natureza.

Na página o Miss Helsinki disponível no Facebook, podemos encontrar vídeos e fotos ( com as demais participantes) e a reação de internautas do mundo inteiro, que mostraram muita  indignação com o resultado. Com a realidade da Europa multiculturalista e politicamente correta, é compreensível a surpresa dos internautas.

A vitoriosa,  uma jovem nascida na Nigéria, que imigrou para o país nórdico, ostenta um padrão estético deveras inconvencional para a disputa__ onde não apenas, mas principalmente a beleza deve ser o ponto central. Apesar do conceito de beleza  poder ser subjetivo, existem regras para sua constatação, como a simetria e harmonia dos traços, por exemplo. O próprio dicionário assim define uma “miss“: Mulher excessivamente bonita, vistosa e elegante.

A Finlândia é um país com 5,5 milhões de habitantes, dentre os quais 90% são finlandeses, 5% são finlandeses-suecos, e apenas 5% são estrangeiros. Deste último grupo, o maior (1/3) é formado por imigrantes da Rússia e Estônia, seguidos por somalis, iraquianos e imigrantes da ex-república da Iugoslávia. A comunidade africana constitui um grupo étnico minoritário.

Após divulgada a eleição, aqueles que  a questionaram  foram  histericamente  atacados pelos justiceiros sociais__os jagunços virtuais da esquerda__, que começaram a perseguir e criminosamente chamar de “racistas”, todos aqueles que desconfiaram do caráter político da escolha, principalmente devido à impregnação do famigerado politicamente correto nas sociedades europeias, que procuram privilegiar certas categorias étnicas e religiosas.

Não se trata de racismo, pois a beleza não escolhe raças, conhecendo apenas requisitos estéticos. Com a vitória de  uma  negra africana de beleza questionável, ao invés de pelo menos ouvirem as opiniões divergentes, usaram a mesma tática leninista de sempre; o ataque ignorante, a desonestidade intelectual e seu próprio racismo__que aceita dois padrões diferentes de exigências para uma mesma situação. Se assim o fazem, estão sendo lenientes com um dos lados, deixando claro que um deles não consegue cumprir os mesmos padrões rigorosos que  exigem para o outro lado. Isso tem nome e se chama RACISMO e preconceito.

Talvez este concurso de beleza  passaria em brancas nuvens  e a etnia da miss ganhadora pouco importaria, se ela fosse realmente bela. Não sendo relevante ser branca, amarela ou negra. Coincidiu o fato da vencedora ser negra e desprovida de beleza, portanto fatores que autorizaram o discurso raivoso, apontando um suposto racismo para calar qualquer  pessoa que enxergasse a situação de outra forma.

As mídias alternativas europeias também levantaram as mesmas questões   dos internautas. Primeiramente quais teriam sido os critérios para elegerem uma candidata tão fora dos padrões usuais neste tipo de concurso. E segundo, se a beleza da mulher finlandesa estaria realmente sendo representada pela escolhida. Todos sabem que  concursos deste porte, visam sobretudo escolher uma representante da beleza da mulher local. Conforme é de conhecimento público, a Finlândia tem uma população  95% composta por outra etnia que não aquela  da vencedora. Se houve racismo foi justamente ao contrário; o racismo em discriminar o padrão nacional da beleza nórdica.

A eleição da candidata provavelmente não  seria vista em países africanos__que possuem mulheres deslumbrantes__, ou mesmo no Brasil, que é um país multirracial e que já se viu representado por uma bela mulher negra. Aliás,  misses negras de estéticas perfeitas e belezas estonteantes já foram eleitas representantes da mulher brasileira, e com muita propriedade!

Não é de hoje que ter opinião virou crime grave e tentam calar os que não estão dispostos a usar a cartilha marxista. A conhecida cartilha que pretende enquadrar todos de acordo com suas atrasadas bandeiras, que inclusive já mataram mais de 100 milhões de pessoas mundo afora. Não é de hoje que  uma multidão de canalhas e zumbis ideológicos desafiam a sanidade de pessoas minimamente equilibradas. Foram cegados por uma ideologia, e esta ideologia provocou até mesmo a cegueira da visão. A cognição e bom senso destes zumbis foram severamente atingidos. O desafio atual é enfrentar esta imposição e não se calar  ou se deixar intimidar por ela.

Quer ganhar concurso de beleza? __Excelente! Desde que se considere o requisito estético  como fundamental. Seguindo o mesmo raciocínio e com a destruição completa de todos os conceitos e paradigmas, em breve, um homem que se julgar mulher e se declara como tal__pois, assim se sente, poderá participar e ganhar  estes concursos em nome do tal politicamente correto(  combate ao preconceito de gênero) e seu conhecido “progressismo“, que de progresso só tem o nome.

Como disse Vinícius de Moraes…“As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”. No caso em tela, ela deveria ser também obrigatória.